Campanha Eleitoral Eclesiástica

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Após um tempo sem postar aqui no blog, por estar trabalhando no Censo 2010 do IBGE, resolvi voltar com um tema muito oportuno para a época. Nos aproximamos das eleições, e, como sempre, as igrejas, auto denominadas o "templo de Deus", começam a tomar partido para este ou aquele candidato. Nós, evangélicos, que adoramos falar mal do ecumenismo, esquecemos disso nessa época, pois nossas igrejas abrem as portas e apoiam candidatos maçons, espíritas, mórmons... Parece que a igreja esquece de certas coisas em prol do "bem eleitoral", ou, em outras palavras, dos interesses egoístas de seus líderes. Líderes estes que manipulam o voto dos fieis, e os pressionam usando chantagens emocionais e psicológicas para votar no "candidato da igreja". Eles, os líderes, esquecem que essa história de candidato de igrejas e empresas não existe, pois quem vota é o cidadão, e não a instituição!
E as auto denominadas "casa de Deus" e "templo de Deus" começam a receber em seus altares e púlpitos, pessoas estranhas à Palavra, e que, muitas vezes, são idólatras confessas! Um lugar que deve ser apenas dos servos fieis, pastores, músicos comprometidos, etc., se transforma em palanque eleitoral! Um absurdo!
Além de transformar a igreja, casa de oração, em palanque de bandidos interesseiros!
E, para piorar, os pastores que praticam tal ato, cometem crime eleitoral:  Lei 9.504/97 e de acordo com o artigo 13 da resolução 22.718/2008, do Tribunal Superior Eleitoral, fica proibida toda e qualquer propaganda eleitoral dentro de templo. 

Acordem cristãos! Não vendam, nem troquem seus votos! Não cedam as pressões psicológicas com apelos "espirituais"! Igrejas de verdade não se envolvem com tal prática!


Diego Rodrigo Souza
Creio No Amanhã

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