A Pedagogia de Jesus

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


A PEDAGOGIA DE JESUS
(Texto baseado no livro: A Pedagogia de Jesus. De J. M Price)

Jesus é modelo não só de vida mais de mestre. Sua pedagogia, seu procedimento, suas estratégias precisam fazer parte do professor da atualidade.
O evangelho de Mateus é um dos que mais enfatiza sobre o ensino. A atividade educacional de Jesus mostra-se de forma bem clara.
A partir da leitura do evangelho de Mateus o professor pode manter-se inspirado como um belo modelo a ser seguido para todo aquele que deseja aprender e ensinar.
A didática de Jesus era perfeita.

Um breve relato sobre a Escola Dominical.

Na época da reforma, instituição foram fundada para o publico infantil. Atribui-se o surgimento da escola dominical á Robert Raikes (1736 – 1811) que pertencia a igreja episcopal.

Robert Raikes deu início ao trabalho em julho de 1780 e esta iniciativa deu-se devido a sua preocupação com as crianças carentes que eram exploradas no trabalho por causa do capitalismo inglês. Tratava –se de uma escola popular gratuita. Em 1783 já haviam sete escolas dominicais e em casas particulares, sendo assim a escola passou das casas para o templo.

A idoneidade de Jesus para ensinar – Ninguém esteve melhor preparado, e ninguém se mostrou tão idôneo para ensinar do que Jesus. No que toca as qualificações, bem como noutros mais respeitos, Jesus foi o mestre ideal. Isto é verdade tanto visto no ângulo divino como do humano. No sentido mais profundo. Jesus foi um mestre vindo da parte de Deus. Muitos elementos contribuíram para prepará-lo eficientemente para o magistério. Alguns elementos eram meramente humanos, outros divinos, alguns lhe eram inerentes, e outros ele os desenvolveu. Quando os consideramos, nos sentimos estimulados e inspirados para cumprir nossa tarefa de professor.

O fato de Jesus viver aquilo que ensinava inspirava confiança naquilo que ele dizia.
O povo viu corporificado no que ele praticava aquilo que ele queria q eles fizessem. Anotavam como ele se comportava diante da tristeza, da crítica, do desapontamento, da perseguição.

O seu modo de viver reforçava e dava peso ao que Ele dizia.
“A maior coisa que os seus discípulos aprenderam de seus ensinos não foi a sua doutrina, e, sim sua influência”.

Um dos elementos essenciais para a qualificação do professor é o interesse que deve ter pelo povo e o desejo de servi-lo bem, de ajudá-lo. Sem esta qualidade, o mestre será “ Como o metal que soa, ou como o címbalo que retine”, muito embora conheça bem a a bíblia, o discípulo e os métodos de ensino.

Jesus viu no ensino a gloriosa oportunidade de formar os ideais, as atitudes e a conduta do povo em geral. Ele não se distinguiu primeiramente como orador, como reformador, nem como chefe, e sim como mestre. Vemos que ele não pertenceu a classe dos escribas e rabinos que interpretavam minuciosamente a lei.

A lei da motivação, a lei da preparação prévia. O professor eficiente é aquele que baseia seu ensino em uma rica experiência de vida.

Resumindo a lei do professor, poderíamos dizer que quem para de crescer hoje para de ensinar amanhã.

Este texto fez parte do meu projeto monográfico sob o tema :
“Articulação entre Escola Dominical e Didática na superação dos desafios da igreja na atualidade.”

Este texto foi escrito por SUSANA DE LIMA FERREIRA, professora de um dos mais importantes institutos bíblicos das Assembléias de Deus no Rio de Janeiro, o Instituto Bíblico Ebenézer. É um grande prazer contar com a colaboração dela no blog.

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