O encanto Sheherazade

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Muitos criticam as formas apresentadas hoje de jornalismo na televisão, mas não buscam a real intenção da forma de abordagem às notícias da atualidade. Devido à falta de instrução, ausência de senso crítico e personalidade influenciável, criticam posturas como a de Rachel Sheherazade sem ao menos entender tal posicionamento. Logo, as pessoas necessitam buscar entender o que realmente um comunicador pretende demonstrando sua opinião.

Não é desconhecido à grande parte das pessoas que alguém sem estudo facilita a manipulação ou talvez a interferência na observação de alguns fatos. Tendo isso em vista, muitas coisas que teriam que ser vistas mais a rigor, passam despercebidas por estes cidadãos em questão. Com isso, perdem o discernimento sobre a sua real posição diante de um problema. Assim, a primeira pessoa que chega com um pensamento formado diante dela é tomada como exemplo e o segue fielmente.

Rachel Sheherazade, na sua profissão de jornalista, tem como intuito fazer com que as pessoas pensem nas situações de forma responsável e madura, não simplesmente seguindo pensamento moldados e fixos. No seu posicionamento firme e direto, incita nas pessoas a decisão de pensar, de questionar e da mesma forma se localizar perante a situação. A grande questão que devemos levantar neste momento não é se o certo é o que ela fala ou não, porque também não iremos concordar 100% com uma pessoa, mas que o pensamento dela me faça refletir sobre a notícia. Esquece-se hoje de pensar e acaba por osmose formando uma opinião, que geralmente não é própria.

A abordagem que a imprensa faz

É válido ressaltar que nem sempre os posicionamentos de Sheherazade são condizentes ao pensamento da grande massa. Entretanto, digno é reconhecer que se não fosse pelo tom de voz e sua exposição de forma efetiva e incisiva talvez não nos questionasse sobre tais assuntos. Questão que é valorosa em jornalismo, pois conduz os receptores a se indagarem sobre questões presentes na sociedade que geralmente passam despercebidas por nós.

Em suma, a intenção maior é refletir sobre os efeitos causados pela abordagem que a imprensa faz das notícias. Não somente o conteúdo em si, mas como ele é nos apresentado. Assim, teríamos argumentos com embasamento para expor o que realmente desejamos e com isso apresentar nossa real opinião, e não influências exteriores.

Gabriel Jorge Silva Ramos
Observatório da Imprensa

O Poder da Fé

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Tema: O Poder da Fé.
Texto base: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hebreus 11:1).

O Poder da Fé para:
1. Agradar a Deus.
Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. (Hebreus 11:6).



2. Curar enfermos e perdoar pecados.
E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. (Tiago 5:15).

3. Vencer o mundo.
Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.(I Jo 5:4).

4. Alcançar objetivos.
Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela. (Nm 13:30).


Sermão Temático por:
Diego Rodrigo Souza
Creio No Amanhã

A Morte da Igreja

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Em uma pequena cidade do interior havia uma igreja... Antes grandiosa e fiel ao verdadeiro evangelho, essa igreja começou a cair quando começaram a surgir murmurações, apostasia e politicagens. Pessoas passaram a amar mais o poder do que o Evangelho. Buscavam bençãos mas esqueciam de adorar e louvar a Deus.

Esse cenário foi piorando cada vez mais até culminar na saída do seu pastor e a chegada de um novo pastor. Em toda a cidade o que se ouvia era que aquela igreja havia morrido, e até mesmo seus membros diziam que aquela igreja estava morta.

O novo pastor ficou indignado ao ver suas ovelhas dizerem que a igreja havia morrido e ainda se isentarem de culpa, dizendo que os culpados eram alguns irmãos ausentes e o antigo pastor.

O pastor pensou consigo mesmo: Essa igreja está mesmo morta!
Então o pastor teve uma ideia: Se a igreja estava morta, precisava então ser enterrada.

E anunciou a igreja que naquele domingo haveria o funeral e o sepultamento da igreja.
Os membros da igreja não entenderam, pois, de fato, como se enterraria uma igreja?

Ao chegarem na igreja no domingo, os membros viram que no púlpito havia um caixão, e nele estava escrito: Aqui está a igreja morta.

O pastor pediu que todos os membros fizessem uma fila para verem a igreja pela última vez, mas que, ao verem caixão, voltassem para seus lugares sem dizer nada aos demais membros.

E assim foi feito, cada um dos membros foram vendo a igreja morta no caixão. Uns voltavam para o banco tristes, outros choravam, e alguns choravam copiosamente.

O mistério da igreja morta no caixão é que, dentro do caixão havia um espelho, e ao olharem a igreja, os membros viam a si mesmos ali dentro do caixão.

Nós somos a Casa de Deus, a verdadeira Igreja, templo do Espírito Santo. Uma igreja (denominação) só morre quando a Igreja (cristãos) morre espiritualmente.
Temos que ser cristãos comprometidos com o Evangelho para que não vejamos uma igreja morta.

Nós somos a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pd 2:9).

Não podemos mais reclamar da igreja enquanto não nos tornarmos a Igreja.

Diego Rodrigo Souza e Adonias Souza
Creio No Amanhã